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O que o governo de Eduardo Leite prometeu como modernização no Bloco 3 virou, na prática, mais custo, mais confusão e mais problemas para quem precisa circular pelas rodovias da Serra e do Vale do Caí. O Bloco 3 abrange 17 municípios: Vacaria, Nova Prata, Campestre da Serra, Antonio Prado, Nova Pádua, Flores da Cunha, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha, Carlos Barbosa, Garibaldi, Boa Vista do Sul, Bom Princípio, São Sebastião do Caí, Capela de Santana, Montenegro e Triunfo.

 

Veja o aumento do valor da tarifa em alguns trechos nas rodovias dos Blocos 3:

 

São Leopoldo – Caxias do Sul

🚗 de R$ 6,50 para R$ 24,30

🚛 de R$ 18,90 para R$ 72,90

 

Caxias do Sul – Ipê

🚗 de R$ 6,30 para R$ 18,20

🚛 de R$ 18,90 para R$ 54,60

 

Bento Gonçalves – São Vendelino

🚗 de R$ 0,00 para R$ 10,40

🚛 de R$ 0,00 para R$ 31,20

 

O chamado Free Flow já está operando na região, mas o que a população tem visto são centenas de milhares de reclamações por leituras erradas e aplicação de multas por falta de pagamento. Ou seja: além de pagar caro, muita gente ainda corre o risco de ser punida de forma injusta.

 

Leite tentou vender a ideia de que Free Flow não é pedágio. Mas é, sim. E no Bloco 3 isso ficou escancarado. Sai a cancela, entra o pórtico, mas a lógica continua a mesma: cobrar de quem trabalha, estuda, produz e depende da estrada todos os dias. E pior: com um sistema que deveria ser mais simples e eficiente, o que se vê é insegurança, falta de informação e uma enxurrada de transtornos para os usuários.

 

O problema não é só o modelo de cobrança. O problema é o modelo de concessão escolhido por Eduardo Leite: tarifas pesadas, contrapartidas insuficientes, obras demoradas e pouco respeito com a população. No Bloco 3, a experiência concreta já mostrou que esse sistema não entrega aquilo que o governo prometeu. Ao contrário: penaliza quem circula, gera revolta na comunidade e cria mais um custo fixo no orçamento de milhares de famílias.

 

E essa conta não fica apenas com o motorista. Quando o transporte fica mais caro e mais instável, sobe também o custo para a produção, para o comércio e para o abastecimento das cidades. O impacto chega no preço da comida, dos remédios, dos insumos e dos materiais de construção. O pedágio sai do pórtico e entra direto no custo de vida do povo gaúcho.

 

Somos a favor de estradas melhores, mais segurança e investimentos reais em infraestrutura. O que não aceitaremos é um modelo que favorece concessionárias, castiga a população e ainda acumula erros, cobranças indevidas e multas injustas.

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