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O governo de Eduardo Leite quer impor pedágios no Bloco 1 com cobrança de até R$ 0,21 por quilômetro rodado. Na prática, isso transforma estradas hoje livres em cobrança permanente para quem precisa trabalhar, estudar e produzir. O impacto será direto em cidades como Gravataí, Viamão, Novo Hamburgo, Sapiranga, Taquara e Osório, atingindo milhares de famílias.

 

Os valores praticamente dobram. Em alguns casos, quase triplicam. É um salto brutal no custo de deslocamento. Um trabalhador que roda 40 km por dia poderá pagar mais de R$ 2 mil por ano. Quem roda 80 km pode ultrapassar R$ 4 mil anuais. É um novo custo fixo no orçamento de quem já tem outras contas. 

 

E não para por aí: caminhões e transportadoras também pagarão mais, e essa conta vai parar no preço dos alimentos, dos remédios e dos materiais de construção. O pedágio sai da cancela e entra direto no custo de vida. Somos a favor de investimentos e de estradas melhores. O que não aceitaremos é que a conta recaia sobre o povo. Esse modelo penaliza trabalhadores, pequenos empreendedores e encarece toda a economia regional!

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