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Governo Leite quer criar 58 novos pedágios no Rio Grande do Sul.

No Bloco 1 está previsto o aumento de 6 para 23 pórticos. 

 

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O governo de Eduardo Leite quer impor pedágios no Bloco 1 com cobrança de até R$ 0,21 por quilômetro rodado. Na prática, isso transforma estradas hoje livres em cobrança permanente para quem precisa trabalhar, estudar e produzir. O impacto será direto em 27 cidades: Alvorada, Araricá, Balneário Pinhal, Cachoeirinha, Campo Bom, Canela, Canoas, Capivari do Sul, Esteio, Gramado, Gravataí, Igrejinha, Nova Hartz, Nova Petrópolis, Novo Hamburgo, Palmares do Sul, Parobé, Porto Alegre, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, São Francisco de Paula, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara, Três Coroas e Viamão.

Veja a expectativa para os novos valores em alguns trechos previstos pelas rodovias dos Blocos 1:

 

Porto Alegre a Balneário Pinhal

🚗 de R$ 12,60 pra R$ 35,46

🚛 de R$ 42,60 para R$ 106,38

 

Porto Alegre a Gramado

🚗 de R$ 14,20 para R$ 34,14

🚛 de R$ 42,60 para R$ 102,42

 

Novo Hamburgo a Santo Antônio da Patrulha

🚗 de R$ 19,10 para R$ 43,52

🚛 de R$ 57,30 para R$ 130,56

 

Gravataí a Nova Petrópolis

🚗 de R$ 20,70 para R$ 45,68

🚛 de R$ 62,10  para R$ 137,04

 

Os valores praticamente dobram. Em alguns casos, quase triplicam. É um salto brutal no custo de deslocamento. Um trabalhador que roda 40 km por dia poderá pagar mais de R$ 2 mil por ano. Quem roda 80 km pode ultrapassar R$ 4 mil anuais. É um novo custo fixo no orçamento de quem já tem outras contas. ​

 

E não para por aí: caminhões e transportadoras também pagarão mais, e essa conta vai parar no preço dos alimentos, dos remédios e dos materiais de construção. O pedágio sai da cancela e entra direto no custo de vida. Somos a favor de investimentos e de estradas melhores. O que não aceitaremos é que a conta recaia sobre o povo. Esse modelo penaliza trabalhadores, pequenos empreendedores e encarece toda a economia regional!​

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