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O governo de Eduardo Leite quer impor pedágios no Bloco 1 com cobrança de até R$ 0,21 por quilômetro rodado. Na prática, isso transforma estradas hoje livres em cobrança permanente para quem precisa trabalhar, estudar e produzir. O impacto será direto em cidades como Gravataí, Viamão, Novo Hamburgo, Sapiranga, Taquara e Osório, atingindo milhares de famílias.

 

Os valores praticamente dobram. Em alguns casos, quase triplicam. É um salto brutal no custo de deslocamento. Um trabalhador que roda 40 km por dia poderá pagar mais de R$ 2 mil por ano. Quem roda 80 km pode ultrapassar R$ 4 mil anuais. É um novo custo fixo no orçamento de quem já enfrenta combustível caro, alimentação nas alturas e aluguel pesado.

 

E não para por aí: caminhões e transportadoras também pagarão mais, e essa conta vai parar no preço dos alimentos, dos remédios e dos materiais de construção. O pedágio sai da cancela e entra direto no custo de vida. Somos a favor de investimentos e de estradas melhores. O que não aceitaremos é que a conta recaia sobre o povo. Esse modelo penaliza trabalhadores, pequenos empreendedores e encarece toda a economia regional!

Veja o tamanho do aumento previsto em alguns trajetos:

Porto Alegre a Balneário Pinhal
🚗 de R$ 12,60 para R$ 35,46
🚛 de R$ 42,60 para R$ 106,38

Porto Alegre a Gramado
🚗 de R$ 14,20 para R$ 34,14
🚛 de R$ 42,60 para R$ 102,42

Novo Hamburgo a Santo Antônio da Patrulha
🚗 de R$ 19,10 para R$ 43,52
🚛 de R$ 57,30 para R$ 130,56

Gravataí a Nova Petrópolis
🚗 de R$ 20,70 para R$ 45,68
🚛 de R$ 62,10 para R$ 137,04

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